
O vereador Maurício Couto, durante a Sessão Ordinária da última segunda-feira (24), denunciou a existência de aparelhos de eletrocardiograma (ECG) quebrados e sem condições de uso em duas unidades básicas de saúde (UBS) de Tatuí. No Requerimento 2531/2026, ele pede providências referente à UBS Santa Cruz. Na tribuna, também mencionou o mesmo problema em relação ao aparelho de ECG da UBS São Cristóvão.
“Foi relatado a mim, e talvez a outros vereadores, que os aparelhos de eletrocardiograma da unidade de Saúde Santa Cruz e também o da São Cristóvão estão desativados. Os pacientes têm ficado sem fazer esses exames de eletrocardiograma, um exame tão essencial para detectar se há alguma alteração cardíaca. Então peço para que sejam consertados esses aparelhos de eletrocardiograma o mais rápido possível”, declarou Maurício Couto.
No Requerimento, ele afirma que, em alguns casos, os pacientes são encaminhados para outros serviços de saúde, “gerando deslocamentos e dificuldades, especialmente para idosos, pessoas com mobilidade reduzida e pacientes que necessitam de avaliação cardiológica.”
CONCURSO PARA VIGIA — O vereador também destacou o Requerimento 2548/2026, com o qual pretende saber se o concurso para vigia realizado pelo município em 2023 ainda está no prazo de validade e se há intenção do Executivo de convocar os aprovados. “A solicitação decorre, também, de questionamentos apresentados a mim por munícipes que prestaram o referido concurso, que buscam esclarecimentos quanto à situação do certame e à possibilidade de novas convocações”, justificou Maurício Couto, no Requerimento.
“Ressalta-se, ainda, a importância de se verificar a atual necessidade de vigilância e segurança nos próprios prédios públicos municipais, especialmente diante de ocorrências recentes envolvendo invasão e vandalismo, como a registrada na UBS e creche do Jardim Tóquio”, complementou.
ÁRVORE SECA — Por fim, Maurício Couto mencionou o Requerimento 2547/2026, que pede a adoção de providências em relação a uma árvore seca, localizada em frente ao imóvel nº 1446 da rua Marechal Deodoro da Fonseca. O parlamentar relatou que o pedido foi feito por moradores da região. Segundo eles, tem sido constante a queda de galhos da árvore, o que representa risco à segurança dos que trafegam pela via. Ele alerta que é necessário solucionar o problema antes do período de chuvas, que se aproxima, quando “são comuns ventos fortes e tempestades capazes de agravar significativamente o risco de queda de galhos ou até mesmo da própria árvore”.
Os moradores também afirmam que a árvore poderia ter sido envenenada e que o caso estaria sob investigação. “Entretanto, independentemente da apuração da causa que levou à morte ou deterioração da árvore, existe uma questão que exige atenção imediata: a preservação da segurança das pessoas que circulam e residem no local”, pontuou Maurício Couto, no Requerimento. O parlamentar pergunta, ainda, sobre a investigação, laudos e pareceres sobre a árvore e quer saber quais providências serão tomadas.
