17 08 João Eder

O vereador João Éder mencionou durante pronunciamento na Sessão Ordinária da última segunda-feira (17) um problema recorrente em Tatuí: os reparos malfeitos pela SABESP depois de perfurar o asfalto das vias para reparos nas tubulações de água ou esgoto. Desta vez, o problema ocorreu no Jardim Wanderley, disse o vereador. Com o Requerimento 2457/2026, ele pede que a Prefeitura notifique a concessionária para realizar o reparo da maneira correta.

“Em relação aos reparos feitos nas ruas do nosso município pela SABESP, há mais uma reclamação. Desta vez no bairro Jardim Wanderley, de reparos que foram feitos, porém danificando o asfalto, não mantendo a qualidade do asfalto que até então existia no local”, relatou. Em seguida, ele contextualizou o problema na cidade. “Existe uma preocupação bastante grande, não só do meu mandato, como dos outros vereadores, em relação a essas intervenções feitas pela SABESP, porque uma vez asfalto rasgado, é dinheiro público depois para consertar e a qualidade fica péssima e quem acaba sofrendo com tudo isso é a população que transita na no dia a dia pela nossa cidade.”

Leandro Magrão reforçou a fala do colega e mencionou o Projeto de Lei 227/2025, que trata justamente desse problema. Ele pretende criar uma lei para responsabilizar a SABESP por remendos malfeitos. Na Sessão Ordinária, Leandro Magrão disse que bastava o projeto ser votado. Isso acabou ocorrendo logo depois, na Sessão Extraordinária. Agora, o texto será enviado ao Executivo para sanção.

CONTRAPARTIDAS DE LOTEAMENTOS – João Éder também destacou na Sessão Ordinária o Requerimento 2478/2026 para pedir esclarecimento em relação a contrapartidas devidas por loteamentos autorizados no município, incluindo o “Reserva dos Ypês 4”, “Residencial Fazenda São Bento” e “Reserva dos Ramos”. O objetivo, disse ele, é “entender quais têm sido as contrapartidas realizadas: se somente do ponto de vista da infraestrutura, ainda que seja importante, ou se a Prefeitura tem pensado também nas contrapartidas do ponto de vista social, visando saúde, educação, aparelhos que forneçam dignidade à população do nosso município”. Segundo João Éder, “uma vez que os loteamentos são criados, naturalmente a população aumenta e a necessidade do atendimento do serviço público também aumenta. É necessário que o loteador tenha também parcela na conta desse aumento que existe da população nessas regiões”, finalizou.