12 08 Paulinho João Bossolan Magrão

Os vereadores aprovaram Moções de Aplausos e Congratulações e uma Moção de Apoio na Sessão Ordinária da última quarta-feira (12). Na tribuna, comentaram sobre algumas homenagens. Cinco Moções lidas e aprovadas homenagearam o Recanto Betel, por seus 50 anos de fundação, bem como a sua fundadora, a pastora Aline Castejón Mattar.

O vereador Paulinho Motos, autor da Moção 419/2026, citou o meio século da entidade. “Vários vereadores fizeram Moções e eu fiz a 419 ao Recanto Betel pelos 50 anos de história e relevantes serviços prestados ao nosso município. Tivemos aqui uma Sessão Solene muito boa”, disse, referindo-se à solenidade realizada em 5 de agosto na Câmara Municipal. “Eles cuidam de crianças com problemas de vínculos familiares; o Betel nasceu em 1976 e hoje tem cuidado de aproximadamente 100 crianças”, acrescentou Paulinho Motos.

DOUTORES PARA ANIMAR – Também foi aprovada a Moção 426/2026, de autoria do vereador João Éder, que homenageia o grupo “Doutores para Animar”, que faz visitas semanais aos pacientes da Santa Casa de Misericórdia de Tatuí. O vereador mencionou os nomes dos integrantes do grupo: Elidson de Oliveira (Zé da Bota), Pâmela Ferrarezi, Luiz Cláudio, Daniel Dias, Luan Rodrigues, Isaque Martins, Adriana Correia e Franciany. Na tribuna, ele descreveu sua experiência pessoal com o grupo e destacou a importância do trabalho. “Eu tive a oportunidade de vivenciar isso pessoalmente, no momento mais difícil da minha vida, que foi o dia que eu recebi a notícia que a minha avó não ia mais acordar. No dia que eu fui visitá-la, vocês, com toda a alegria do mundo, cantaram a música ‘Tá chorando por quê?’, e depois tiveram a oportunidade de cantar também no velório dela”, relatou. “Eu agradeço muito, de maneira pessoal, pelo que fizeram por mim, pela minha família, e sei que vocês têm feito isso há muito tempo e ajudado tantas pessoas. Que Deus abençoe muito a caminhada de vocês.”

Paulinho Motos parabenizou João Éder pela homenagem ao grupo. “Parabéns por reconhecer os ‘Doutores para Animar’ que animam as pessoas que estão enfermas na Santa Casa já há muitos e muitos anos”, declarou, depois de citar nominalmente os integrantes do grupo.

“Quero parabenizar esse trabalho maravilhoso de vocês”, disse Bossolan da Rádio, depois de relatar sua própria experiência com seu irmão no “Consulta da Alegria”, que tinha propósito semelhante ao grupo homenageado.

“É uma honra saber o que vocês continuam fazendo e quantas vidas vocês alegram”, comentou Leandro Magrão, na tribuna, ao mencionar a Moção 426/2026.

Leandro Magrão também destacou a Moção 417/2026, para homenagear os três primeiros colocados na Escola de Formação da Guarda Civil Municipal (GCM). “Marília Pinheiro de Carvalho Dias, Bianca Nunes de Mello e Moisés Meireles da Silva foram, respectivamente, primeiro, segundo e terceiro colocados. E isso é o resultado de disciplina, dedicação, estudo, preparo físico, renúncia e compromisso. O mérito precisa ser valorizado no serviço público”, declarou o vereador. Elaine Miranda e Cintia Yamamoto também assinaram a Moção.

MOÇÃO DE APOIO – Na tribuna, Leandro Magrão comentou ainda sobre a Moção de Apoio 424/2026, assinada em conjunto com a vereadora Elaine Miranda, cujo objetivo é incentivar a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição do Estado de São Paulo nº 01/2026, de iniciativa da deputada estadual Fabiana Bolsonaro, subscrita por outros 31 parlamentares. A PEC estadual busca oferecer aos municípios paulistas “um caminho legal e seguro para a regularização de imóveis públicos municipais ocupados há anos por organizações religiosas”. Durante a sessão, Leandro Magrão pediu para assinar a moção em coautoria.

“É uma realidade que existe há décadas: imóveis públicos utilizados, ocupados por igrejas e organizações religiosas que ali construíram sua história, a sua vida, ajudaram pessoas, transformaram vidas. Não é simplesmente entregar um patrimônio público na mão de alguém: estamos falando de criar um caminho legal, transparente e seguro para regularizar as situações que foram consolidadas pelo tempo”, afirmou Leandro Magrão. E prosseguiu: “Quem conhece os bairros, sabe que muitas dessas instituições acolhem famílias, acolhem pessoas, transformam vidas, ajudam quem precisa e fazem o trabalho social que muitas vezes o poder público não consegue alcançar. Então, regularizar não é dar privilégio, é tirar da insegurança jurídica quem já faz parte da vida da comunidade.”