O vereador Ricardo Trevisano foi à tribuna na Sessão Ordinária da última segunda-feira (23) e comentou sobre os Requerimentos 760 e 791/2026, respectivamente de autoria dos vereadores Cintia Yamamoto e Márcio do Santa Rita, que pedem informações detalhadas ao Executivo sobre os exames laboratoriais de sangue e informações sobre a situação da ESF “Roseli de Oliveira Camargo”.
“Referente à questão do laboratório, o que o laboratório tem hoje está sendo feito. Se é 1.000, se é 2.000, se é 3.000, está sendo executado. O que a gente precisa discutir é o aumento dos exames. Mas nunca [foi assim] na história de Tatuí. O atendimento que tem hoje no laboratório, nunca teve”, iniciou.
“E referente a faltar folhas de sulfite, temos aqui os nossos servidores hoje, e eles sim sabem falar para nós que isso sempre aconteceu. E um detalhe: somente este ano são R$ 23 milhões de precatórios que o seu governo [se dirigindo ao vereador Márcio do Santa Rita] deixou para pagarmos”, argumentou Ricardo Trevisano.
O vereador também se dirigiu ao grupo de servidores públicos municipais que, junto a representantes do Sindicato do Servidores Municipais, esteve na Câmara para acompanhar a 7ª Sessão Ordinária. Mobilizados, eles pediram o apoio dos vereadores nas negociações sobre o dissídio anual. “Digo aos servidores que vocês têm o meu apoio. Secretário Markus Henrique, por favor, dá uma atenção para os servidores. Por que deixar chegar aqui? Infelizmente nós não somos o Executivo e o senhor está aí para resolver. Chama para conversar e entra num bom entendimento. Por que deixar chegar aqui, secretário Markus Henrique? Aqui é base, mas tem coerência. Não cobro por conveniência não, pessoal. Contem sempre comigo”, disse.
MOÇÃO DE REPÚDIO – Ricardo Trevisano abordou ainda sobre a Moção de Repúdio 112/2026, de autoria dos vereadores Elaine Miranda e Leandro Magrão, direcionada à decisão de parlamentares da Câmara dos Deputados que votaram favoravelmente à eleição da deputada federal Erika Hilton para a Presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, ocorrida em 11 de março de 2026. “Acho que é uma discussão nesse momento inviável de trazemos para esta Casa. Tem coisas mais importantes pra gente debater e é muito mais profundo e mais delicado esse debate para trazermos aqui”, pontuou o vereador.
