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26 10 Cintia Maurício

Cintia Yamamoto e Maurício Couto foram à tribuna para cobrar solução

Os vereadores de Tatuí aprovaram, durante a 37ª Sessão Ordinária, realizada na última segunda-feira (26), Requerimento para cobrar o Executivo Municipal pela falta de insumos básicos de higiene e limpeza nas Unidades Básicas de Saúde do município. O tema já havia sido abordado na 34ª Sessão Ordinária, de 5 de outubro, com a Indicação 221/2026, de Maurício Couto, e com o Requerimento 2934/2026, de Márcio do Santa Rita, que falou, naquela ocasião, sobre a falta de insumos em pronunciamento na tribuna.

De autoria de Maurício Couto e coautoria de Cintia Yamamoto, Luzia Fermino, Bossolan da Rádio, Elaine Miranda, Kelvin e Márcio do Santa Rita, o Requerimento 3161/2026 pergunta quais providências foram adotadas para verificar e solucionar problemas relacionados à falta ou insuficiência dos insumos básicos nos estabelecimentos públicos municipais. Conforme o documento, a solicitação decorre de relatos de usuários dos serviços públicos de que faltam materiais essenciais, como papel higiênico, papel-lençol (usado para cobrir macas) e produtos de limpeza em geral.

Na tribuna, Maurício Couto disse que solicitou as informações para apurar as denúncias recebidas de servidores e acompanhar as soluções a serem adotadas pela Prefeitura. “Queremos que informem se há registro recente de falta ou insuficiência de materiais como papel higiênico, produtos de limpeza nas unidades municipais de saúde, como é realizado esse controle de estoques e a reposição desses materiais, a fim de evitar interrupções no abastecimento, e quais medidas estão sendo adotadas para regularizar essa situação”, declarou. “Existem relatos de que funcionários estão comprando esses materiais de limpeza, como detergente e papel higiênico para levar às unidades. Veja a que ponto chega essa situação! Então, pedimos a regularização”, cobrou Maurício Couto.

Cintia Yamamoto também criticou o governo do prefeito Miguel Lopes Cardoso Júnior pela falta de agilidade em resolver um problema básico da Saúde. “Acho engraçado que, quando o prefeito quer aumento de ISS, tem que ser rápido. Quando quer empréstimo de R$ 80 milhões, tem que ser rápido. Ou eles falam que a oposição está segurando o projeto. Mas quando é para fazer o básico, ele tem dificuldade. Ruim demais de serviço”, criticou a parlamentar.